Michael Moore avalia o sistema de saúde dos Estados Unidos

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Poster do filme: Michael Moore avisa que poderá doer um pouco.

 Sicko (“doente”, crítica ao sistema de saúde estadounidense)  o novo filme do diretor de Fahrenheit 9/11, Michael Moore disseca o sistema de saúde dos Estados Unidos. Aqui, a maioria dos leitores desse blog já sabe, você vai ao hospital com a mão no bolso, pois cada procedimento médico tem um preço, pago pelo paciente-cliente. As emergências atendem todos, mas o número de pessoas cobertas pelo SUS norte-americano, o Free Care, é bem limitado. A conta da emergência chega pelo correio e sempre chega na faixa dos mil dólares.

A realidade que Michael Moore proclama é bem clara: os sistemas de saúde de Cuba, do Reino Unido e do Canadá são melhores do que o modelo norte-americano. Aqui o sistema não é universal, quem tem dinheiro vai ao médico. quem não tem vai para a emergência.

Em saúde pública o Brasil também passa na frente dos norte-americanos. Aqui se tem muita aparelhagem moderna, mas inúmeros amigos meus já viajaram ao Brasil em busca de um diagnóstico certo após visitas sem sucesso a diferentes médicos nos Estados Unidos.

Sicko, que estreou ontem (29) e que assisti,  só veio a confirmar o que já se sabe depois da primeira visita a qualquer hospital nos Estados Unidos. Vale a pena assistir!

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