Arquivo do dia: 15/07/2007

Blog do Pedro Doria traz editorial do Olé após a vitória brasileira

Do Blog do Pedro Doria:

“A Seleção não conseguiu se achar na partida e caiu sem respostas perante a equipe de Dunga. Julio Baptista abriu o placar cedo, Ayala aumentou contra e Alves selou a goleada. O time dirigido por Basile teve momentos de brilho na Copa América mas, como aconteceu em 2004, perdeu a final contra seu maior rival. ”

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3 mil brasileiros reunidos na grande Boston

O portal Engeplus traz nesse final de domingo fotos da missa de D. Paulo de Conto em Holliston.

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Ratatouille fica abaixo de Carros e Procurando Nemo

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 Assisti Ratatouille (pronunciado “ratatuie”), o filme sobre o ratinho falante da Pixar, o mesmo pessoal que produziu Carros e Procurando Nemo, entre outros.  A comparação com os trabalhos anteriores do pessoal do estúdio de animação da Califórnia é inevitável, pois a Pixar já tem um histórico de 7 Oscar.

Nesse sentido, Rémi, o rato falante, perde para o Topo Gigio. Falta a mágica do Procurando por Nemo ou a paixão do Carros. No Toy Story, também produzido pela Pixar, a vida de Andy interagindo com seus brinquedos é imperdível. Não há uma cena sequer no filme em que não se consiga fazer a transposição “eu já fui criança um dia”.  É tudo muito bem montado de forma que perder uma cena é algo impensável no enredo de Toy Story.

Procurando Nemo trabalha na mesma linha. Cada cena só aumenta o suspense do reencontro com Nemo, até hoje memorizado na cabeça da criançada. Em Toy Story, Buzz Lightyear, entre seus sucessos e trapalhadas, conquista o público infantil e um lugar no quarto de qualquer criança que assista o filme.

Como operação de marketing, Ratatouille é um dos modelos a ser seguidos no verão norte-americano (sem esquecer do marketing esmagador do filme dos Simpsons), mas do ponto de vista afetivo o Topo Gigio arrasaria com o rato-chef francês Rémi, que interage com Linguini, um inexperiente rapaz na direção de um restaurante em Paris.

O ponto alto do filme é a participação de Peter O’Toole na voz do crítico Anton Ego.  

Foto: Poster.