Arquivo do dia: 31/07/2007

Murdoch sela a compra do Wall Street Journal

Conforme o site da revista Time, o magnata da mídia mundial Rupert Murdoch (com jornais na Austrália, New York, Londres e os canais Fox nos Estados Unidos) entrou nesta tarde em um terreno dominado pela nata do jornalismo de Wall Street: ele selou a compra do Wall Street Journal. O jornal cobre bem o mercado financeiro e ainda tem boa cobertura da pauta internacional e cultural.

(A aquisição do Wall Street Journal por Murdoch foi oposta por alguns membros da família Bancroft, que tem o maior poder de voto, e alguns jornalistas da redação do jornal. Eles temem que o WSJ perderá sua independência).

Mas a Time alerta:

“Murdoch prometeu investir pesadamente no jornal, expandindo sua marca internacional e on line e combinando seus recursos com o canal de negócios da Fox, que deverá ser lançado em breve. Em anos recentes, a empresa Dow Jones, que controla o jornal, tem se esforçado em meio a vendas fracas de anúncios e altos custos. A receita publicitária da edição estadunidense caiu 6,8% no segundo trimestre de 2007 comparada com o mesmo período do ano anterior, entretanto a queda foi compensada pelas edições internacionais e a edição on line. Antes da oferta de 60 dólares por ação feita por Murdoch, o valor da ação da Dow Jones estava perto dos 35 dólares – e teria baixado ainda mais se o acordo de hoje não tivesse sido bem sucedido. No final das contas, a família Bancroft não poderia correr esse risco.”

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O “último magnata” Rupert Murdoch na edição do início de julho que abordava seu interesse pelo Wall Street Journal.

Artigo de Antônio Linus Rech

Baseado em uma frase do Reverendo Martin Luther King, que viveu um período de estudos em Boston, o escritor Antônio Linus Rech nos traz o seguinte artigo:

” Na luta por direitos sociais, a inércia e o comodismo do brasileiro são históricos. Os “caras-pintadas”, ajudaram a derrubar o governo Collor, em 1992. Um pouco antes, o “diretas já” foi marcante no período militar. Na década de 60, o povo do Sul segurou João Goulart no poder com a Legalidade e, logo após, atos populares deram sustentação ao golpe de 1964 para derrubar esse mesmo governo.  Poucos são os exemplos significativos.”

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