Divórcio de Sarkozy vira novela da mídia francêsa

Para os estadunidenses sempre pareceu óbvio: a França não se importa com a vida privada de seus líderes políticos. Com Nicolas Sarkozy na Presidência, tudo parece diferente. O líder francês, afirmam os jornais, está passando por uma grande crise no casamento.

A primeira-dama, Cecilia, deixou o palácio há três meses, e não tem sido mais vista ao lado do homem forte da França.  Sarkozy morre de amores por sua Cecilia e parece estar brusco e nervoso. Tenso, mesmo.

Mitterrand, Presidente nos anos 80, que manteve uma amante durante seus anos de governo, teve uma filha com ela, que só apareceu publicamente no dia do funeral do pai. Mas a França, por tradição, sempre se manteve desinteressada da vida privada de suas lideranças políticas.

Nos Estados Unidos, grande parte da presidência de Clinton foi usada para explicações sobre sua conduta com as mulheres. As “outras” eram sempre mais feias do que a esposa de Clinton, Hillary. Clinton, um dos homens com intelectual mais elevado entre os presidentes dos Estados Unidos, só tinha o gosto estragado. E uma amizade abalada com o ditador Fidel Castro, por conta do que fazia com charutos nas horas vagas.

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