Arquivo do mês: fevereiro 2008

De esperança à esperança

Bill Clinton é o maior enigma desta eleição. O ex-presidente tinha credenciais suficientes para fazer sua esposa a primeira “presidenta” dos Estados Unidos. Bill é o maior exemplo de que alguém pode vir da base da sociedade dos Estados Unidos e se tornar o líder da “maior democracia ocidental”.

Em 2000, Al Gore foi acusado de não se associar a Clinton durante a campanha, foi erro de estratégia, segundo alguns analistas políticos. Mas em 2008, o homem que pregava a esperança tem como oposição interna Barack Obama, o homem que usa a palavra esperança (em inglês, hope) como o lema de sua campanha.

Da esperança de Clinton à esperança de Obama, o clima eleitoral aponta hoje para uma vitória de Obama.

Para os românticos de plantão

Passo por indicação de uma leitora (sim, o blog tem um número considerável delas!), o link do vídeo romântico asiático, com legendas em inglês,  que tira o sono de muitos apaixonados no mundo e, certamente, por aqui.

Aquele que não for apaixonado (especialmente pelas asiáticas! ;)) atire a primeira pedra.

Debate na MSNBC

Começa às 21h00, horário da Costa Leste, o debate de Hillary Clinton com o colega democrata Barack Obama.

Hillary assume uma postura de ataque, e vem desgastada, pois seus ataques estão surtindo pouco efeito. Obama continua no seu melhor momento.

Os amigos que a gente nunca esquece

Músicos de talento na região Sul de Santa Catarina, o escritor Gesiel Gonçalves (direita na foto)  divide o espaço com Joel Veiga.

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Clique na foto para ampliar. Foto: Rosane de Oliveira.

Direto da neve de Ohio

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Esquilos brincam na neve de Ohio. Foto: Maria Izabel Urbano.

Hillary Clinton está pronta para “jogar a toalha”

Nada poderia parar a coroação de Hillary Clinton à presidência dos Estados Unidos. Nada. Ex-primeira-dama, senadora com amplo apoio dos eleitores do estado de New York, Hillary era tida como a favorita dos democratas até por ser espôsa de um dos melhores presidentes dos Estados Unidos, Bill Clinton.

Nada poderia parar a coroação de Hillary Clinton a não ser um fenômeno. E este fenômeno se chama Barack Obama, que reflete uma tendência de mudança de voto muito forte na sociedade hoje em dia.

Em email para os seus eleitores (e para mim) no sábado a candidata alertava que já não tem um caixa de campanha forte para bater de frente com Obama na televisão.  Matéria de capa deste domingo do New York Times alerta que a ex-primeira-dama anda muito filosófica, num ar de justificar sua saída da campanha.

Para Hillary será praticamente impossível derrotar o Senador por Illinois em Ohio e no Texas. Isto definiria sua virada de mesa, hoje cada vez mais difícil.

Um dos erros da equipe de campanha foi avaliar que Bill Clinton traduziria seu apoio em votos. Mas sua saída em defesa de Hillary foi muito estrondosa, levando o eleitor a acreditar que Obama seria vítima da truculência dos Clintons. O voto de protesto (contra Clinton, a favor de Obama) ocorreu nas primárias da Carolina do Sul.

A culpa da derrota da candidatura de Hillary deverá cair sobre a ex-chefe de campanha, Pattis Solis Doyle,  “acusada” de manter uma campanha “cheia de falhas”. Depois de algumas derrotas de sua chefe na Super Terça, Pattis deixou o comando da campanha, mas continuou envolvida como conselheira.

Depois de 13 meses de campanha, com 700 pessoas a bordo, o Titanic está prestes a afundar sob o “peso de uma injustiça muito grande que fizeram com o casal Clinton”, segundo lamenta um leitor deste Blog.

(Não custa lembrar que, devido ao desempenho econômico e visão diplomática de Bill Clinton nos anos 90, os imigrantes brasileiros que viveram a era Clinton esperavam a vitória de Hillary.)

Lindsay Lohan provoca na revista New York e aumenta número de acessos no site

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Leia a matéria aqui.