McCain: idade, guerra do Iraque e temperamento podem afastá-lo da Casa Branca

Aos 71 anos, o Senador John McCain nunca esteve tão perto da Casa Branca. Desde as convenções da Super Terça, no início de fevereiro, McCain ficou posicionado como o candidato dos republicanos, o partido do atual Presidente Bush. Para o eleitorado norte-americano, o candidato é a fênix desta eleição, depois de ter que despedir parte de seus assessores de campanha em 2007 e ser tido como possível desistente, os eleitores acompanharam a subida dele das cinzas.

Mas há pedras no caminho desta águia que surgiu das cinzas: sua idade pode atrapalhá-lo em frente a um candidato jovem como Obama, que vende muito melhor a proposta de mudança. Sua posição sobre a guerra do Iraque também é motivo de preocupação: enquanto McCain continua apoiando a guerra, o eleitor caminha em sentido oposto.

O temperamento é outro ponto fraco do candidato já apontado pelo New York Times no domingo passado. McCain tem histórico de explodir com assessores, gritar impropérios a colegas senadores e não exibe um porte presidencial adequado, segundo a imprensa. Mas tem se controlado ao máximo nesta campanha. A luta de seus assessores é contra seu temperamento explosivo até o final da campanha. 

E se a briga for sobre a economia, ele já disse que não entende nada. Não é sua praia.

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