Arquivo do mês: julho 2008

Revista Time aposta no talento de Marta

A revista Time, em sua próxima edição, trará a jogadora brasileira de 22 anos, Marta como um dos possíveis destaques dos Jogos Olímpicos de Pequim. A revista, que traz capa dupla com a nadadora Dara Torres e o jogador de basquete LeBron James (abaixo).

Marta é descrita como a garota que implorava aos irmãos para jogar futebol e que foi reconhecida como a Jogadora do Ano pela FIFA por dois anos consecutivos.

Oração de Obama rende polêmica em Israel

Uma oração deixada no Muro das Lamentações está rendendo a maior dor de cabeça na imprensa de Israel.

Oficialmente como senador e não como candidato à Casa Branca, Obama visitou o Muro e lá deixou sua oração a Deus. Ainda que sua candidatura seja pública e suas visitas internacionais tenham ampla divulgação, o conteúdo da sua oração é algo privado, segundo os religiosos israelenses.

A oração do presidenciável acaba revelando o que candidato pensa e com que se preocupa fora das luzes das câmeras (“família”, “orgulho”, “desespero”), e pode também expôr sua sinceridade.

Entre os blogueiros brasileiros, o assunto também rendeu. Leia aqui e mais aqui.

Sasckya diz “Hello”

Modelo brasileira de marca internacional, Sasckya Porto passou o sábado visitando os familiares e recarregando suas energias para a próxima etapa de sua carreira (vem surpresa por aí!).

A rede de restaurantes “O Porcão” estará abrindo restaurantes em São Paulo e Rio de Janeiro em novembro de 2008. Sasckya será a estrela do evento.

Abaixo eu divido as fotos da visita de Sackya à sua família em Acton.

O Novo JFK: Discurso de Obama em Berlin atrai 200 mil pessoas

A visita de John F. Kennedy à Alemanha faz parte da história comum entre a Europa e os Estados Unidos. Kennedy deixou sua marca naquela visita, estreitou relações com os europeus e marcou o início de uma nova era na diplomacia entre os dois países, além de identificar-se com os alemães (a famosa frase em alemão que JFK pronunciou lá dizia “eu também sou de Berlim.”)

A visita de Barack Obama tem o mesmo perfil: enquanto os EUA navegaram na era Bush, e pós-11 de setembro, o presidenciável ainda como candidato se aproxima dos países isolados por mais de 8 anos de Doutrina Bush.

Às 19h00 em Berlim, na Alemanha, Obama declarou que “temos que retirar os muros entre os Estados Unidos e a  Europa, entre os naturais de um país e os imigrantes, entre os aliados não pode haver barreiras, nem entre cristãos e judeus.” O evento foi comparado a um evento de rock.

De como os brasileiros aproveitam o verão nos EUA

Nova coluna no ar. Leia aqui.

McCain-Romney poderá ser a chapa dos Republicanos

A proximidade do senador e candidato presidencial John McCain ao ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney está levando à imprensa norte-americana a pensar numa chapa McCain-Romney para as eleições de novembro.

Romney dá sinais claros que deseja ser o candidato a Vice-Presidente (em inglês, veepee) dos Republicanos: está sendo visto cada vez mais próximo do senador do Arizona McCain e tem usado sua rede de financiadores eleitorais para a campanha dos republicanos, além de estar batendo forte em Obama em programas de TV. 

O ex-governador de Massachusetts poderia, do lado republicano, trazer os votos da ala conservadora do partido (desconfiada com McCain) e ainda bancar a parte financeira da campanha. Mitt dá a consistência e legitimidade que os republicanos precisam para enfrentar Obama.  

Revista New Yorker: mais polêmica impossível

Berço literário de escritores como John Updike, E. B. White e Richard Yates, a revista New Yorker trouxe a capa mais provocativa da campanha eleitoral até o momento: Barack Obama vestido com um turbante na cabeça acompanhado de sua Michelle com metralhadora a tiracolo e a bandeira dos Estados Unidos (aqui conhecida como “Stars and Stripes”) queimando na lareira.

Se ao apostar numa capa polêmica com a charge de Barry Blitt, a revista acertou numa estratégia de marketing agressiva (o assunto rendeu comentários na mídia aqui, ali e acolá), a New Yorker também arriscou a perda da credibilidade entre eleitores liberais e levou um puxão de orelha dos dois candidatos à Presidência dos Estados Unidos (“ofensiva”, segundo McCain e Obama).

A revista de excelente gosto literário passa agora a servir como tribuna da ala radical dos Republicanos: uma pena para uma publicação de mais de 80 anos de tradição jornalística de boa qualidade, ou, no mínimo, uma piada de mau gosto.